Receba meu acompanhamento para se tornar uma médica confiante e segura para fazer uma diferença significativa na vida daqueles que mais precisam.
A Preceptoria uma Atenção Nada Básica é meu programa de formação mais intimista onde você recebe meu olhar clínico e experiência ao longo desses anos na Atenção Primária.
Se você quer ser uma médica mais segura, resolutiva e quer realmente fazer diferença na medicina essa mentoria é para você.
Com um contato direto comigo e com todos os participantes, eu vou te ajudar em suas maiores dificuldades do dia a dia para você se tornar uma médica confiante e melhorar a qualidade e resolutividade dos atendimentos.
Você vai receber um direcionamento completo e casos práticos, abordando temas como:
• Na faculdade, costumamos aprender uma anamnese focada em obter apenas informações sobre doenças, certo? E se eu te contar que essa é apenas a parte centrada no médico e que existe muito além disso?
• Vamos ver conceitos que geralmente não são ensinados nas faculdades, sobre habilidades de comunicação, e entender a importância deles para criar vínculo com o paciente, organizar as demandas de cada consulta e aumentar a adesão ao tratamento!
• Além da importância citada acima, essa aula é fundamental para a otimização e organização da consulta, gerando um melhor aproveitamento do tempo.
• A função básica da Atenção Primária é promover e prevenir em saúde, não é?
• Nessa aula, vamos conhecer os níveis de prevenção e falar bastante sobre a prevenção secundária — o que todo médico precisa saber! Qual exame tem evidência científica para ser solicitado ao meu paciente? Como esse exame impacta o cuidado? O que fazer com o resultado?
• Falaremos sobre a maneira correta de fazer o diagnóstico, quando e como investigar causas secundárias, quais são as medicações de primeira linha e quando e como utilizar medicamentos de segunda linha. Quais exames solicitar de rotina e como proceder caso estejam alterados.
• Falaremos ainda sobre estratégias para avaliar adesão e como usar os instrumentos da APS para isso.
• Abordaremos a maneira correta de diagnosticar, as medicações de maior acesso e quando e como utilizar outros medicamentos. Além disso, veremos maneiras de facilitar a obtenção dos medicamentos pelos pacientes. Também discutiremos quais exames solicitar rotineiramente e como proceder diante de alterações.
• Sabemos que colesterol alterado nem sempre é indicação de medicamentos, certo?
• Então, em quem é necessário rastrear? Com que frequência? Qualquer alteração dislipidêmica exige tratamento medicamentoso? Por quanto tempo? É possível retirar a medicação? Esses são os tópicos abordados nessa aula.
• Estudos revelam prevalência de problemas de saúde mental entre 45,9% e 56% no nosso país. Isso faz com que medicações para saúde mental sejam muito frequentes na APS, sendo fundamental que os profissionais se sintam aptos a prescrevê-las, entendendo suas funções, interações, bem como otimizar ou reduzir quando necessário.
• Nessa aula, também falamos sobre diagnóstico e tratamento de depressão e ansiedade, condições que devem ser manejadas na APS.
Na universidade há um entendimento que gerar saúde é prescrever medicações. Mas você sabe quando uma medicação está prescrita em exagero? Como retira-la? Tem necessidade de desmame? Essa aula é sobre evitar a Inércia Terapêutica e organizar o cuidado dos pacientes em Polifarmácia e Multimorbidade
Cuidar de pacientes com abuso de álcool e tabagismo vai muito além de saber prescrever medicamentos — embora também abordemos isso! É importante saber em qual fase intervir e como, como conduzir grupos de tabagismo e ter segurança nas indicações e contraindicações dos tratamentos.
É certo que trabalhamos em equipe multidisciplinar, mas as orientações breves dos médicos e da equipe de enfermagem durante as consultas influenciam positivamente as atitudes dos pacientes. Além disso, você sabe quando liberar e quando contraindicar atividades físicas? Como reagir quando o paciente diz que não tem tempo para aderir ao exercício?
• Nesse encontro, abordaremos a frequência das consultas de saúde da criança, quais acompanhamentos são necessários em cada visita e como realizar o cuidado de maneira multidisciplinar.
• Também veremos as condutas iniciais quando o crescimento e o desenvolvimento não ocorrem como esperado.
Cuidado pré-concepcional e durante o pré-natal da gestante e de suas parcerias. Como identificar gestações de alto risco, quais intervenções podem e devem ser realizadas na ESF e quando o acompanhamento deve ser compartilhado com outro nível de atenção.
A APS chega a muitos lugares, não é? E nem sempre esses lugares têm acesso ao pré-natal de alto risco! Por isso, teremos uma aula específica sobre alterações no pré-natal de alto risco, orientando as condutas que podem e devem ser realizadas na atenção primária nesses casos.
Nossos encontros sempre giram em todos das funções da Equipe de Estratégia de Saúde da Família. E pra que isso funcione na prática é necessário que entendamos como os princípios da MFC e da APS são quando aplicados na rotina do nosso dia a dia
• Falaremos sobre a Equipe, funcionamento de acesso, níveis de atenção e matriciamento
• Abordagem das alterações tireoidianas mais comuns na APS.
• Hipotireoidismo: diagnóstico, tratamento e acompanhamento.
• Quando tratar, acompanhar ou encaminhar condições como nódulos e hipertireoidismo.
Essa é uma das queixas mais comuns na APS! Vamos conversar sobre a necessidade de exames complementares, tratamentos, necessidade de encaminhamento e diagnósticos diferenciais.
Na Preceptoria eu compartilho tudo o que aprendi ao longo desses anos atuando e sendo preceptora na APS.
Você aprenderá como fazer uma gestão de tempo eficiente para atender pacientes na UBS, ter domínio para resolver a altíssima variedade e complexidade de casos e lidar melhor com a grande demanda de pacientes na APS . Tudo isso com meu acompanhamento sendo sua preceptora.
Gislaine, médica egressa da UFJTF, destaca o impacto da Dra. Sarah em sua formação durante o estágio de Medicina de Família e Comunidade. Com Sarah, Gislaine aprendeu a transformar teoria em prática real, baseada em ciência e humanização. Esse período proporcionou segurança em seus atendimentos, reforçada pela medicina baseada em evidências e pelo feedback positivo dos pacientes. Gislaine se sente privilegiada por continuar recebendo orientação de Sarah, o que continua a melhorar sua prática clínica.
Maria Alice, residente de Medicina de Família e Comunidade, acompanhou a Dra. Sarah por dois meses, aprimorando suas habilidades no manejo de insulina e terapia para diabéticos. Ela agora aplica práticas baseadas em evidências, melhorando a segurança para ela e seus pacientes. Além disso, desenvolveu técnicas de comunicação que aumentam a adesão dos pacientes às terapias e melhoram o relacionamento com a equipe.
Jéssica, no décimo período de Medicina, teve a Dra. Sarah como preceptora durante um estágio de 18 semanas em MFC. Sarah se destacou por alinhar a prática médica com a medicina baseada em evidências, mesmo com poucos recursos. Ela ajudou Jéssica a superar suas fragilidades, ensinando a importância do medo para tomar decisões seguras. A experiência proporcionou a Jéssica confiança e segurança na prática médica, tanto na APS quanto em situações de pronto-socorro. Ao terminar o estágio, Jéssica sentia-se verdadeiramente médica pela primeira vez, alinhada com diretrizes e protocolos.
Isadora, residente do segundo ano em Medicina de Família e Comunidade, sentia-se insegura ao começar, mesmo com experiência em pronto atendimento. Com a orientação da Dra. Sarah, ganhou confiança e segurança na prática, além de melhorar sua capacidade de tomar decisões clínicas. A abordagem acolhedora de Sarah tornou o aprendizado menos doloroso, proporcionando a Isadora clareza e tranquilidade em suas decisões profissionais.
Estudante de Medicina que valoriza o propósito de vida na área, defende o SUS e reconhece a importância da APS. Busca mais contato com MFC e ensino da APS devido à falta de experiência prática nesses campos durante os estágio
Médica recém-formada que escolheu a UBS em vez de plantões, e enfrenta inseguranças na complexidade da APS, apesar de amar e defender o SUS.
Profissionais do Mais Médicos/Médicos Pelo Brasil/Do Revalida que encontraram na UBS um início promissor de carreira e lutam para atuar na APS, enfrentando dificuldades de adaptação e buscando aprender mais para cuidar melhor de suas comunidades.
Residente de MFC que escolheu a especialidade pela resolutividade e humanidade, enfrentando desafios na residência e buscando um espaço seguro com MFCs capacitados para suprir as deficiências da formação.
MFC formado que se dedica ao SUS, acredita no que faz, mas enfrenta dificuldades e procura uma comunidade e um local seguro com MFCs capacitados para atualizar-se e trocar experiências.
Com o intuito de ter mais proximidade com vocês, sanar todas as dúvidas e dificuldades que vocês têm no dia a dia, essa turma de mentoria terá poucas vagas.
A mentoria será realizada pelo Zoom para permitir uma maior proximidade com os alunos, tornando possível uma orientação mais personalizada e eficaz, o que enriquece ainda mais a experiência de aprendizado e mentoria.
Cartão e PIX.
Terá acesso as gravações das aulas durante 6 meses.
Você pode fazer parte da turma enquanto o limite de vagas não for preenchido.